Devil To The Metal (tradução)

Original


Cradle of Filth

Compositor: Davey Dani, Paul Allender, David Pybus (Gb 2), Charles Hedger

Poluindo a honestidade de Cristo com vinho envenenado
Atado com linhas a partir do final do tempo
Desde o arauto eo corneteiro

Alta tensão parafusos da porta do porão
Interruptor jogado no pico da meia-noite
Para iniciar o coração de uma prostituta escarlate
Aferido infernalmente

Uma poetisa na estação profana da noite
Tecendo mentiras como mares prateados
Uma costureira para uma nação amputada
Casada com depravações

Diabo do metal
Diabo do metal

Diluindo a autoridade da vida com salmoura de esgoto
Impregnada com a sujeira da espiral do tempo
Onde gira a ordem cruel

A grande mão acaricia o pequeno chifre
Não atirado por caridade
Para ganhar os pecados dos decadentes, nascido
Para travar eternamente

A paixão cavalga o grande e profano
Ipsissimus do desespero do amor
Seu sorriso acinzentado brilharia, se
A morte não estivesse ali, sorrindo
Sua beleza congela a razão
Como helena nas rédeas
Do cavalo desenfreado apocalipse
Na costa onde foi criado

Diabo do metal
Diabo do metal

Ela transa em ângulos desconhecidos
Sangra suas vítimas até os ossos
E, em suas entranhas desvendadas
Lança seus olhos rúnicos de pedra
Ela violará o futuro
Aniquilará o passado
Pavimentando o caminho nos ofícios de açougueiro
A estrada de tijolos vermelhos através da humanidade

Abandone a razão, a vida, o véu
Estações mais sombrias são liberadas
Corvos da tempestade se reúnem em massas negras no painel

Adormeça além dos limites
Ela está determinada a assassinar a paz
Roma, Jerusalém e meca estão em chamas

Sob céus grávida, eu ganho vida como a senhorita leviatã
Gotejando com as ondulações da preocupação
Todos os olhos do céu estão fixos, pois só o meu desejo pode
Arrancá-los das estrelas. Começo a queimar

Diluindo a autoridade da vida com salmoura de esgoto
Impregnada com a sujeira da espiral do tempo
Onde gira a ordem cruel

A grande mão acaricia o pequeno chifre
Não atirado por caridade
Para vencer os pecados dos decadentes, nascido
Para guerrear eternamente

Uma poetisa na estação profana da noite
Tecendo mentiras como mares de prata
Uma costureira para uma nação amputada
Casada com depravações

Diabo do metal
Diabo do metal

©2003- 2026 lyrics.com.br · Aviso Legal · Política de Privacidade · Fale Conosco desenvolvido por Studio Sol Comunicação Digital